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NA MARRA

ze-da-farmaciaO Presidente da Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul José Osório de Ávila – Solidariedade – sofreu mais um revés na tarde de hoje: vai ter que assinar a nomeação de Dinalberto de Lucca Moreira – o Dino – como chefe de gabinete da vereadora Natália Lucia Petry e na marra.

Noticiei o episódio, aqui ó: http://sergioaperon.com.br/2016/03/algo-errado-3/

Na tarde de hoje, o caso foi decidido pela Justiça e o Presidente perdeu, claro!

Aliás, o imbróglio pode ir além: uma ação por danos morais.

E tem mais:

Condenado em segundo grau por tráfico de medicamentos – caso que envolveu Polícia Federal – o “nobre parlamentar”- já deveria estar cumprindo pena de prestação de serviços à comunidade e ter sido apeado da condição de vereador, afinal de contas, é o que prevê a Lei.

As perguntas que não podem permanecer silentes:

– O que falta para o Excelentíssimo Senhor Procurador Federal promover a execução da sentença? Há uma súmula vinculante sobre o tema!

– O que falta para a Câmara de Vereadores – os nobres pares – colocar a Lei (que manda cassar o mandato) em prática?

Será que a Lei que se aplica aos demais mortais não vale no Legislativo de Jaraguá do Sul?

 

 

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DIFICULDADES DE CAMPANHA

dinheiro de campanhaTenho dito ao longo de anos – de forma mais amiúde neste – o seguinte:

– Ter dinheiro para uma campanha eleitoral não é certeza de vitória. No entanto, a falta do vil metal, é certeza de derrota!

Não se faz campanha sem recursos financeiros e – dependendo da pretensão – muitos recursos.

A Lei Eleitoral – com suas alterações – veda a doação de dinheiro por parte de pessoas jurídicas e limita percentuais para pessoas físicas.

Venho dizendo aos amigos do “Café Pensante” sobre as dificuldades para os postulantes em 2016. Por isso que insisto na tese das candidaturas negociávei$, ou seja, vendávei$, de$i$tência$ de afogadilho e etc.

A matemática é muito simples:

-Quanto você acha que custará uma campanha eleitoral?

Entre os ingredientes, coloque: pessoal de rua, carros de som, combustível, papelaria, pesquisa, marketing, programas de rádio, aluguel de comitê (se for apenas um), conta de telefone, secretária, recursos de apoio aos candidatos ao Legislativo e etc.

Lembrando o seguinte: se em 90 dias de campanha (que era o prazo), o candidato contrataria um “staff” de 100 pessoas para todas as atividades e cobertura de todo município – com 45 dias (prazo atual) – o número de colaboradores será o dobro.

Feitas as estimativas de custos – sem exageros, mas também sem miséria – divida o valor da campanha – hipoteticamente avaliada em R$1.000.000,00 e pergunte se o candidato terá:

-10 patrocinadores de R$100 mil cada e que banquem a campanha? Não?

-20 patrocinadores de R$50 mil cada um e que banquem a campanha? Não?

-40 patrocinadores de R$25 mil cada um que banquem a campanha? Não?

-80 patrocinadores de R$12.500 cada um e que banquem a campanha? Não?

-160 patrocinadores de R$6.250 cada um e que banquem a campanha? Não?

Quanto mais fracionada – mais difícil achar quem banque!

Por este prisma – realista, por sinal – comecem a avaliar as chances de cada um!!

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ELEIÇÕES 2016

ovo-rosaCom a proximidade eleitoral de 2016 e a necessidade de marcar território por parte dos partidos políticos, o anúncio de candidaturas para o Legislativo – salvo raros casos – parece abertura de loja de R$1,99: os produtos são baratinhos e de qualidade duvidosa.

O mesmo se aplica em alguns casos de pretendentes ao Executivo.

Os caras acham que administrar o município – com todas as necessidades e demandas – é o mesmo que administrar um boteco onde se vende cachaça, ovos em conserva e cerveja.

A população precisa atentar para os aventureiros, os que pretendem fazer “negócio$” com as supostas candidaturas.

A falta de conhecimento para o Legislativo tem produzido apenas e tão somente – para economizar na tinta – discursinhos chinfrim na tribuna da Câmara de Vereadores. O sujeito é contra e fim de conversa, cessa os argumentos – até porque ele não é capaz de produzir mais nada, do tipo: é verde, mas poderia ser azul!

Confrontado com o seu cabedal de ideias, a coisa se torna uma “diarreia mental”- incapaz de sair da situação “do contra”. O que pretendem mesmo, é uma boquinha, uma teta – seja para si ou algum agregado!!

No caso do Executivo, a coisa se torna ainda mais séria: junte a inexperiência com a fome por cargos no Paço e veremos o resultado disso para a população – em breve!

Jaraguá do Sul precisa (carece) de alguém com muita vontade de trabalhar pela população. Que tenha disposição para “conferir de perto”, o funcionamento da máquina pública no mais amplo sentido da palavra.

Alertei ao atual prefeito – desde os primeiros dias de governo – sobre o surgimento das “prefeiturinhas”. Hoje em dia, os “feudos” estão estabelecidos, enraizados e descompromissados com os interesses coletivos. Pensam nos bolsos!!

É preciso pulso firme para colocar ordem na casa e isso não acontecerá com quem já anda dividindo cargos com os apaniguados.

Nem com administradores de boteco!

 

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DESALMADOS

animais abandonadosTenho recebido constantes reclamações sobre animais abandonados no meu programa de rádio na Studio FM e que pode ser conferido todos os dias, aqui ó: www.studiofm.com.br – das  07.25 às 08.00 horas.

Não bastasse a negligência de muitas pessoas que permitem animais soltos pelas ruas, a agravante: alguns abandonam os animais de forma deliberada, proposital e desumana.

Conforme estimativa do IBGE (o cálculo é feito com base na média nacional e pelo número de habitantes), os animais de rua em Jaraguá do Sul estão perto de 5 mil.

Para buscar solução para o problema – que é particular – o Legislativo vai realizar audiência pública no dia 18 de maio às 19 horas e contará com a presença da Defensoria Pública, Ministério Público, ONGs e benfeitores independentes (que vivem resgatando animais das ruas e em busca de ajudas).

A proposta é da vereadora Natalia Lucia Petri (PMDB).

Já disse no jornalismo da Studio FM e vou repetir:

1 – Sou contra a criação de um “depósito” de animais.

2 – Defendo a chipagem total – com multa para quem descumprir a Lei

3 – Defendo a multa para o proprietário que permitir o animal chipado ir para a rua (nada de advertência, medidinhas paliativas)

4 – Defendo campanha de conscientização permanente

5 – Defendo a construção de um local estruturado (com zelador, veterinário, rações e etc) para receber animais encontrados na rua, mas daí vem a pergunta:

–  Quem paga a conta? O Poder público mais uma vez?

–  As multas serão suficientes para manter o local? De antemão, respondo: NÃO!

6 – Defendo o indiciamento e enquadramento dos proprietários relapsos, conforme determina a Lei.

Nos finais de ano, o aumento no número de animais abandonados ou sofrendo maus tratos (amarrados, sem comida ou água), jogados pelas ruas, é de 60%.

As pessoas precisam aprender que animais não são descartáveis ou seres inanimados – que não precisam de cuidados.

Os ordinários que se utilizam de tais práticas precisam ser punidos.

Já que só sentem no bolso…

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É POSSÍVEL

Vocês se lembram da REPRESENTAÇÃO que fiz no Legislativo de Jaraguá do Sul contra o vereador Jocimar dos Santos de Lima (PSDC) e que foi engavetada com o votos dos vereadores: Jair Pedri (PSD), José Osório de Ávila (Solidariedade), João Fiamoncini (PSD), Jeferson de Oliveira (PSD), Arlindo Rincos (PSD)?

O pedido foi feito para a formação de uma COMISSÃO PROCESSANTE para investigar possíveis atos de improbidade por parte do vereador representado. No documento, os indícios foram citados e a investigação – apenas para apurar – deveria chegar em documentos como este, abaixo:

Jocimar de Lima

O telefone no retângulo vermelho pertence à Câmara de Vereadores e não resiste à menor checagem sobre sua utilização “efetuando ou recebendo” ligações das atividades panifícias do edil.

A pesquisa pode ser feita no site “ConsultaSocio.com” – certamente desconhecido dos vereadores que “engavetaram” a REPRESENTAÇÃO.

Há uma grande possibilidade do erário “estar arcando” com os custos telefônicos da atividade comercial do “nobre parlamentar”, o que configuraria ato ilícito – devidamente tipificado entre os atos de improbidade – senão enriquecimento ilícito.

A Casa de Leis fará alguma coisa? Acho que não! O corporativismo já foi demonstrado de forma latente.

O Ministério Público? Neste caso, a conversa é outra…

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SEM FILIAÇÃO

eleicoes-2016Passado o período de filiações partidárias, troca de partidos e etc, a minha escolha foi continuar sem amarras, sem compromisso com qualquer sigla, ou seja, SEM PARTIDO.

Durante vários meses estudei propostas de filiações, pesei cada passo e suas consequências.

Na somatória de prós e contras, o bom senso prevaleceu: consigo fazer muito mais se estiver do lado de cá!

Escrevi sobre a possibilidade, aqui ó: http://sergioaperon.com.br/?s=candidato, além de elencar todas as necessidades.

Nas lides políticas – se é para colocar o interesse público em primeiro lugar – não há espaço para aventuras, trocas, negociatas, candidaturas para negociaçõe$ – se é que vocês me entendem!!

Outra coisa: não se banca uma candidatura sem a intenção de algum controle, ou seja, não há financiamento de campanha “pela linda cor dos meus olhos”.

Abro um parênteses para a campanha eleitoral de 1996  e que teve com um dos candidatos, o saudoso Geraldo Werninghaus (PFL) – com capacidade de escolher apoios financeiros (caso precisasse) e que saiu da campanha – além de vitorioso – livre de compromissos com apoiadores.

Pena que deixou o trabalho pela metade, mas durante o período em que esteve à frente do Paço, a casa foi colocada em ordem.

Vou continuar acreditando nas ações voltadas para a coletividade e apostem: não é a política feita por grupelhos e que já está fazendo a partilha dos cargos na Prefeitura – muito antes de chegarem ao Poder.

Tais pessoas pensam nos bolsos e a população que se exploda!

Sobre o pleito eleitoral de 2016 – convido aos leitores:

  • Vamos avaliar quem apresentará proposta exequível e sem a pretensão de aquinhoar os aliados com cargos.
  • Analisemos – principalmente – os que vendem a alma em busca de Poder! Claro que a preocupação não é com o bem coletivo.
  • Verifiquemos o histórico dos candidatos: há quem esteja buscando “uma saída para os seus problemas financeiros à custa dos cofres públicos”.
  • Há quem esteja considerando o Paço Municipal, as tetas gordas, fartas e suculentas – com capacidade de abrigar muitos teteiros.

Estarei vigilante e atento para denunciar os “pilantras de plantão” que já brigam por cargos mantidos pelo dinheiro público!

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PMDB ESTÁ FORA

Carlos ChiodiniConforme apontamos há mais de um mês, o PMDB está fora da administração de Jaraguá do Sul.

A decisão do partido foi sacramentada na noite de ontem e hoje, os cargos ocupados pela sigla na administração do prefeito Dieter Janssen (PP) serão colocados à disposição.

Em comunicado interno – ao qual tive acesso – o Presidente da sigla, Deputado licenciado e Secretário de Estado Carlos Chiodini, enviou o seguinte comunicado aos filiados:

Amigos

Hoje estivemos reunidos com nosso Diretório Municipal, onde em consenso e por unanimidade, foram tomadas algumas decisões importantes que, como Presidente do PMDB de Jaraguá do Sul, partilho a todos do grupo:

– Teremos candidatura própria em 2016, com candidato a ser escolhido e referendado pelo Diretório em Convenção Municipal até 05 de agosto;

– Colocamos a partir de amanhã, todos os cargos do PMDB à disposição da administração municipal, para podermos assim construir nosso projeto junto a nossas bases;

Sendo assim, agradecer a todos, e reforçar a importância de continuarmos nos fortalecendo, filiando novas lideranças, participando das nossas atividades partidárias, ouvindo os filiados e simpatizantes, para juntos pensarmos num futuro melhor e maior para nossa Jaraguá do Sul!

Obrigado

JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

Carlos Chiodini

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APROVADOS: ACORDO E FIM DA GREVE DOS SERVIDORES

Fim-da-Greve...Depois de algumas horas de reunião e o estudo de uma contraproposta – hora e meia depois – Prefeitura e Sindicato dos Servidores Públicos de Jaraguá do Sul, bateram o martelo: reajuste de 7%.

Os pagamentos do aumento ficará assim:

3% no salário de maio de 2016

4% no salário de novembro de 2016

Da proposta inicial de 6,77%, os avanços foram:

a – Pagamento do reajuste em duas parcelas e não três como constava no projeto anterior

b – Aumento de 0,23% em relação à proposta inicial.

Com o acordo ficou decretado o fim da greve e no dia de amanhã (terça-feira), as atividades dos servidores voltarão ao normal.

Optou-se pelo velho e bom ditado:

“Antes um pássaro na mão do que dois voando”.

Nada impede a busca pela totalidade do reajuste (cerca de 11%) ao longo do ano, embora fique mais difícil. A economia do país vai ditar as regras e o jogo de cintura necessário.

Alguns vereadores ficaram com “cara de tacho” – porque apostavam na duração prolongada do movimento e pretendiam tirar proveito da situação, a maioria “fazendo pose de amigo dos servidores”, o que nunca demonstraram ao longo de 3 anos e 3 meses de mandato.

Outros perderam o entusiasmo ao ocuparem a tribuna: de defensores fervorosos dos servidores, a opção foi por uma bombinha de salão, ressabiados e  no estiloso comportamento de “guri cagado” – como dizem os gaúchos!

Falei hoje de manhã – na Studio FM, o que já havia escrito ontem:

-O processo foi mal conduzido! Aliás, a condução foi péssima! Todo desgaste (para a administração e para os servidores) poderia ter sido evitado com mais algumas rodadas de conversa de gente grande. O próprio Presidente do Sinsep afirmou na Câmara de Vereadores que “a exiguidade de tempo e os prazos legais vencendo – não deixaram muitas saídas”.

Está provado que a radicalização não leva aos objetivos – nem para um e nem para outro!

Quero ver se os vereadores – que fizeram pose de amigo dos servidores” e defenderam o “corte de comissionados e funções gratificadas para dar aumento de salário” – se votarão com a mesma preocupação no projeto que trata do tema e que está na Casa de Leis!

-Duvideodó!!

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VETO DERRUBADO E PROJETO REJEITADO

Plenário lotadoA Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul esteve reunida em sessão extraordinária no final da tarde de hoje (das 17 às 18 horas) por convocação do prefeito Dieter Janssen (PP).

Com o Plenário lotado por servidores do município – veja foto- dois projetos estavam na pauta:

1 – Veto do Executivo ao reajuste concedido aos servidores do Legislativo

2 – Votação do Projeto de Lei que concedia 6,77% aos servidores da Administração Municipal

O veto foi derrubado por unanimidade e o Projeto de Lei do aumento foi rejeitado, também por unanimidade.

A votação se transformou em palanque eleitoral. Vereadores que em 3 anos e 3 meses de mandato, jamais sequer tocaram no termo servidor público – de repente – se transformaram em defensores ferrenhos da categoria.

Não foram poucas as vezes que os edis: Jair Pedri, Jeferson de Oliveira, Arlindo Rincos, João Fiamoncini – todos do PSD – e Jocimar de Lima (PSDC) se queixaram acerca dos servidores públicos. Os pronunciamentos na tribuna foram dos mais diversos: queixaram-se da qualidade do atendimento na saúde, passando pela educação, demora na liberação de documentos, além da qualificação de “péssimos serviços prestados” pela Secretaria de Obras na conservação de ruas e estradas do interior.

Na sessão extra de hoje não interessava “desancar os servidores”.

O vereador Arlindo Rincos (agora no PSD) afirmou que chegou a consultar uma assessora – que também é advogada – sobre a possibilidade de fazer uma emenda ao Projeto.

– Passados 3 anos e 3 meses de mandato, o “nobre parlamentar” ainda não descobriu que não legisla sobre matéria financeira, alterando-a.

Ainda de acordo com Rincos – choroso por estar trabalhando numa sessão extra e em pleno domingo – é preciso “cortar todas as funções gratificadas que beneficia perto de 300 servidores” – no que convenhamos – deveria ser atendido.

Para justificar o seu voto contrário, o vereador Jeferson de Oliveira – PSD – arguiu até o “aumento da energia elétrica” como sendo de autoria do município. Disse entender que o aumento pedido pela entidade sindical “ultrapassaria o limite previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal”. Lá pelas tantas da votação do projeto sobre o aumentos dos servidores, o próprio vereador disse que “nas redes sociais estavam falando do oportunismo dos vereadores que transformaram a votação em palanque”, ou seja, ligou o “desconfiômetro”.

A vereadora Natália Lucia Petri – PMDB – sugeriu que o Legislativo faça a intermediação de um novo encontro entre Executivo e Sindicato da categoria – se possível – ainda nesta segunda-feira pela manhã.

O objetivo seria encontrar uma solução para o movimento grevista.

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SÓ DÁ O EX-PETISTA

O vereador João Fiamoncini (ex-PT) e agora no PSD – pelo visto e acontecido – está em alta conta com o pessoal da comunicação da Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul.

Vejam quantas vezes ele aparece na página inicial do site da Casa de Leis:

Favorecimento

Trata-se de um “sobejo favorecimento” ou não?