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ENFIM …A ENTREVISTA

Conforme promessa que fiz aos leitores, (e já faz alguns dias) eis a entrevista com três candidatos ao cargo de Deputado Federal por Jaraguá do Sul-SC, no pleito eleitoral de outubro. O convite para a entrevista foi feito nos mesmos moldes para todos: Airton Sudbrack-PT – Carlos Dias_PRP , Ivo Konell – DEM e Jean Carlos Leuprecht-PCdoB. Dois dias antes da data marcada (2 de agosto), os candidatos do PT –PRP e PCdoB já haviam confirmado presença, menos o candidato do DEM, apesar da disponibilização do meu telefone para contato. Presentes os três postulantes, combinamos que as perguntas seriam idênticas para todos e o último a responder a pergunta, iniciaria a série na pergunta seguinte. Vejam a entrevista:

1 – Por quê ser candidato:

Jean Leuprecht –Na verdade, a condição de 3 mandatos como vereador, me coloca à frente de novas responsabilidades para buscar passos maiores no âmbito político e principalmente, diante da necessidade da nossa região voltar a ter representatividade política na esfera federal. Busco a oportunidade de representar bem a nossa região na Câmara Federal.

Carlos Dias – Sou candidato para apresentar para a população de Jaraguá do Sul e região a oportunidade de renovação. Se analisarmos a última eleição, verificaremos que tivemos uma grande quantidade de votos que saíram, migraram para outros candidatos de fora de Jaraguá do Sul. Acho que colocar meu nome, pela experiência que tive em Brasília, através do governo do Moacir Bertoldi por três anos e meio, pude verificar que é fundamental ter representatividade para trazer recursos para o município. Quero somar a isso a minha experiência como presidente da Fundação do Meio Ambiente de Jaraguá do Sul, porque são questões que vamos trabalhar forte e todos esses motivos me impulsionaram a aceitar o desafio.

Airton Sudbrack – Após quase trinta anos como operador do direito, na defesa dos trabalhadores e movimentos sociais na reivindicação dos direitos, ao 50 anos de idade, vivenciando a realidade de um país capitalista, me apercebi que é preciso buscar caminhos para poder avançar esses pleitos. Com isso, decidi assumir integralmente a minha cidadania e começar a atuar como operador político, um agente político, em face de uma série de desmandos que a gente vê todos os dias, entre eles a eterna repetição dos mesmos nomes e entendemos que tem de haver uma renovação.

2 – Qual a aceitação da sua candidatura dentro do seu partido?

Airton Sudbrack – Quando se fala em siglas partidárias precisamos voltar na fundação do PT – Partido dos Trabalhadores que nos seus princípios fundantes, admite a existência de correntes e eu integro uma das correntes. Ressalte-se que o PT admite as tendências políticas e é essa diversidade que mantém uma unidade e não pode ser diferente. Dentro das tendências que só colocam dentro do PT, minha candidatura foi muito bem recebida. Só em Jaraguá do sul foram mais de 300 assinaturas de filiados de pessoas que , inclusive se afastaram do PT quando o partido se inflexionou à direita quando deveria ter se mantido à esquerda; e na região de Joinville mais de 200 assinaturas. Então eu lhe diria que, considerando as minhas origens de luta, foi muito bem aceita. O que lamentamos é que ainda haja um equívoco dentro das outras tendências dentro do nosso partido que ainda não se aperceberam que o PT é um partido do trabalhador e para o trabalhador.

Carlos Dias – Obviamente que, por ser um partido pequeno, minha candidatura foi muito mais fácil de trabalhar. Primeiramente que foi um convite por parte da direção estadual do partido para que eu colocasse meu nome como candidato a deputado federal. Hoje sou eu e mais uma pessoa, como candidatos pelo partido. Então, é natural que houvesse uma adesão quase que total de todos os integrantes do partido à minha candidatura e isso me dá a certeza de fazer um bom resultado nas eleições.

Jean Leuprecht – Dentro do nosso partido, sobre o que já vinha sendo trabalhado há algum tempo, iniciando pela minha eleição como vereador, concretizou-se a minha candidatura como uma postulação natural, ou seja, sem nenhuma dificuldade. A satisfação ainda é maior porque, minha candidatura vem granjeando apoios de lideranças de outras siglas partidárias da região. Por não ter candidatos, tais lideranças estão abraçando nossa candidatura de forma espontânea , principalmente por profissionais da área de saúde, educação física, mas acima de tudo pela questão da representatividade regional.

3 – Qual a sua plataforma de campanha?

Jean Leuprechet – Como sou profissional de Educação Física, minha plataforma de campanha não poderia ser outra que não fosse o esporte. Nosso slogan de campanha é uma afirmação muito ligada ao esporte que é “nós podemos vencer”. O “vencer” está ligado de forma intrínseca à área esportiva, perfeitamente aplicado no nosso dia a dia, mas não representaremos a região somente nas questões esportivas. Através do esporte vamos buscar as ações sociais, acessibilidade, vamos trabalhar questões estruturais, a geração de emprego e renda, enfim, a qualidade de vida como um todo.

Carlos Dias – Antes de chegar a Jaraguá do Sul e durante mais de 20 anos, tive atuação direta junto aos trabalhadores como palestrante sobre “segurança na área do trabalho” e com isso percorri praticamente todo país, defendendo e tendo como bandeira a questão da diminuição dos acidentes de trabalho. Então, um dos meus compromissos em sendo eleito, é poder trabalhar mais a questão das Leis voltadas à segurança do trabalho. Entendo que é preciso uma presença mais forte do governo federal em campanhas educativas e preventivas. Há uma sobrecarga de impostos para as empresas e é preciso alguma desoneração, notadamente nas questões que possibilitem mais garantias aos trabalhadores. Falta o governo federal cumprir sua parte. Terei uma atuação voltada também à Defesa Civil , como trabalhei em Jaraguá do Sul e vou levar minha experiência de já ter atuado em Brasília, conhecer os caminhos de onde se buscar recursos, para atuar em benefício dos municípios da nossa região.

Airton Sudbrack – Antes de falar da plataforma de campanha acho que preciso abordar a questão governabilidade. Entendo que um governo petista deve estar voltado para a efetiva conjugação e defesa dos trabalhadores tanto do campo como da cidade. Tenho como plataforma de campanha que o Brasil retome a questão da dispensa imotivada, a questão das 40 horas semanais sem redução dos salários. Na questão do fator previdenciário, entendo que o governo Lula foi de uma infelicidade fantástica, não sou conivente com a posição do governo federal e acho que um governo petista devia vetar o que está aí, a implantação da tarifa única regional no transporte coletivo no caso de Jaraguá do Sul e municípios vizinhos. Trazer para Jaraguá do sul um centro de referência na saúde do trabalhador, a implantação de um restaurante popular em Jaraguá do Sul e constituir um banco de alimentos para atender cozinhas comunitárias nos bairros mais necessitados da nossa cidade. Vamos defender o meio ambiente, notadamente a agressão que pretendem fazer na baia da Babitonga, acabando com o berçário natural de espécies ali existentes, sem contar que liquidarão com a pesca artesanal e o sustento de muitas famílias que ali residem e vivem. São muitas bandeiras.

4 – Qual avaliação faz do número de candidatos, no presente caso á deputado federal pela região de Jaraguá do Sul?

Airton Sudbrack – Olha , eu sou democrata por convicção. Há pouco tempo escrevi um texto sobre o tema e não vejo problema algum. Acho que é importante termos um candidato aqui à mesa como o Jean, quem a gente sabe fez um belo trabalho na sua profissão e que também tem um belo trabalho como parlamentar. Temos aqui o Carlos Alberto Dias que à exemplo do Jean também fez um belo trabalho enquanto servidor público e está colocando seu nome como postulante, então , não vejo problema algum. O que eu acho uma hipocrisia é quando a burguesia industrial de Jaraguá do Sul faz essa propaganda de voto num menor número de candidato. O que nós temos que ter é qualidade de candidatos, candidatos jovens como temos à mesa conosco e mais oportunidades como você está nos dando de divulgar nossas idéias, nossas propostas, para romper com a mesmice da política. Vai ser um pleito muito bom porque temos bons candidatos. Jaraguá do sul tem a chance de oferecer seus melhores candidatos, coisa que há muito tempo não acontecia.

Carlos Dias – O Airton disse o que eu gostaria de falar. Por primeiro quero registrar que este é o primeiro encontro, primeira oportunidade de exposição das nossas idéias, primeira iniciativa de se ter um espaço democrático para nos apresentarmos e fico muito feliz. O Jean foi meu colega de prefeitura, fizemos um trabalho juntos e sofremos juntos e realizamos muito coisa por Jaraguá. O Airton eu não conhecia e foi uma grata surpresa sua chegada e apresentação aqui hoje. O número de candidatos não preocupa. Jaraguá do sul na última eleição, não elegeu um deputado federal por causa do número de candidatos – haviam três candidatos – porém, do total, tivemos 25 mil votos dados á candidatos daqui e 45 mil votos foram para pessoas de fora. Hoje, aqui nesta entrevista temos 3 candidaturas apresentados, jovens, com serviços prestados à comunidade e que podem muito bem representar nossa região. Espero que os eleitores saibam decidir pela novidade na política e que se não for pelo meu nome, seja por um dos nomes que aqui estão.

Jean Leuprechet – Creio que meus antecessores já disseram tudo sobre as candidaturas. Gostaria apenas de enfatizar aos seus leitores e eleitores, que olhassem com carinho para que a nossa região tenha representatividade política. Os que aqui se apresentam possuem vontade de trabalhar, boas plataformas políticas, representam o novo nas eleições e eu tenho certeza que a comunidade vai avaliar muito e voltar em candidatos daqui.

5 – Na sua opinião onde está o erro de Jaraguá do Sul que possui votos suficientes e não elege um deputado federal pós Vicente “dus nervus” Caropreso ? ( gargalhadas à mesa)

Jean Leuprechet – Olha, em 1998 foi a eleição do Vicente, depois em 2002 o seu projeto de reeleição, aí surgiram outros nomes como o Marcos Scarpatto, o Paulo Bauer como candidato a deputado federal também e a população, entendendo seria candidatura da região, acabou dispersando os votos. Se tivéssemos concentrado os votos nos candidatos de Jaraguá do Sul e microrregião, teríamos representante. Foi como o Carlos Dias disse antes: se a população não votar em candidatos daqui, provavelmente isso voltará a acontecer. Quero com isso lembrar, como foi importante termos um deputado da região e a série de benefícios que conseguimos com a eleição do Vicente Caropreso.

Carlos Dias – Acho que temos uma parcela de responsabilidade pela falta de um representante na Câmara Federal. A imprensa, os políticos, a população, acho que a soma de tudo isso ajudou para que Jaraguá do sul perdesse a representatividade. Hoje o município passa por um momento político difícil, há divergências de opiniões muito grandes pela cidade e tudo isso reflete no eleitor. O crescimento populacional, o constante movimento migratório de pessoas de regiões próximas, também influencia. Quem vem de cidades vizinhas, não esquece suas origens eleitorais. Sem contar o preconceito e você é testemunha no blog que assina que, diariamente perguntam o que estou querendo em Jaraguá do Sul, se sou de fora! Até respondi: sou brasileiro, tenho os mesmos direitos que as demais pessoas e quem vem de fora , talvez possa colaborar muito com Jaraguá do Sul. Penso que o momento é para analisar toda situação e a eleição que se aproxima serve para essa reflexão;

Airton Sudbrack – Se buscarmos na história de Jaraguá do Sul, vamos verificar que nunca houve grandes representantes. Pode ter sido por questões próprias, provincianas e bairristas, essa própria burguesia industrial, de interesses mesquinhos, de operadores da política que nunca aparecem, mas sempre usam pessoas, provocou um desgaste natural. Vejo como um processo histórico pelo qual Jaraguá do sul teve que passar e faço minhas as palavras do Carlos Dias. Nesse processo, há uma certa xenofobia alimentada por essas forças econômicas que nunca aparecem, mas que usam os bonecos de plantão para fazer a política local. Agora estamos vendo o descortinar de um novo tempo, onde temos uma candidatura do Jean, do Carlos Dias e a nossa, que expressam o novo, já totalmente desconectado, desplugado desse passado de Jaraguá do Sul de triste lembrança. Doravante a própria população vai ter opções concretas de pessoas de ficha limpa, de cara limpa, de mudar através dessa sociedade que construiu Jaraguá do Sul à duras penas e sabemos, que às duras penas dos trabalhadores.

6 – Geralmente, as candidaturas federais são casadas com estaduais. Os senhores já escolheram os parceiros ou partem para campanhas solo?

Airton Sudbrack – Como lhe disse no início, a nossa candidatura é pela corrente da esquerda marxista do PT e que tem dois candidatos em Santa Catarina: o Adilson Mariano- vereador mais votado em Joinville em 2008 e tem as dobradas pontuais. No meu caso com o Pupo, com o Jailson, com o Padre Pedro Baldissera no oeste, mas são ações localizadas: eles como candidatos estaduais e eu como federal, sendo que quem ganha com tudo isso é o partido.

Carlos Dias – Bem, na questão do meu partido – o PRP , temos uma questão assim: temos o professor Marcão que mora em Joinville, mas que já residiu em Jaraguá do Sul e sua atividade profissional continua aqui com uma extensão para a Universidade Federal de Santa Catarina- UFSC. Mas eu sempre procuro nas reuniões e conversas, deixar o eleitor muito à vontade com relação a essa questão. Não tenho nenhum compromisso com deputados estaduais e nem vou assumir. Acho que nesse momento, devo dar a Jaraguá do sul o direito de ver todas as opções que existem no município e nas cidades vizinhas. Procuro conhecer os candidatos do meu partido e suas propostas, mas entendo que é muito importante que Jaraguá do Sul tem há seu deputado estadual.

Jean Leuprecht – Como o Airton enfatizou, temos a nossa questão partidária, o Valduga mais na região oeste e a Angela Albino que pega mais o sul do estado até a região norte e litoral. Na questão regional- que envolve nossa candidatura como deputado federal, vamos trabalhar também de forma localizada, seguindo a orientação do nosso partido, mas cumprindo nosso compromisso de defendermos os votos regionais.

7 – E as despesas de campanha? São todos os milhões declarados mesmo? ( mais risadas à mesa)

Jean Leuprecht – As possíveis despesas lançadas são estimativas de gastos feitas pelo partido, dentro de um limite. Já tive reuniões de definições, tomamos algumas decisões e durante os 70 dias de campanha – aproximadamente – mas está muito longe dos milhões apontados. Dependeremos dos amigos que contribuirão com recursos próprios e faremos uma campanha dentro da realidade. Vamos fazer nossa campanha dentro do for arrecada, disponibilizado pelos amigos e nada extraordinário.

Carlos Dias – Fiquei com inveja do Jean e coloquei um valor alto também …risos …mas eu fiquei sabendo dos valores através do seu blog, mas são números estimados pelo partido. Mas seu tivesse uma ajuda de milhões para minha campanha, de imediato eu estaria traindo o eleitor. Quem tem tantos recursos, tantas doações, não terá imparcialidade nas suas decisões. Quem me conhece, quem conhece meu trabalho – por sinal motivo de críticas em Jaraguá do Sul – por cauda da minha postura, porque não tenho compromisso e rabo preso com ninguém. E qualquer pessoa que colaborar com minha campanha, vai ouvir de mim que está “doando” e estará na minha prestação de contas.

Airton Sudbrack – Como disse o Carlos será na base da campanha militante, de pequenos doares, pequenos comerciantes, porque pensamos assim: quem paga a banda, escolhe a música… e para continuar, estimamos que aqui em Jaraguá do Sul e com esforço hercúleo, a gente pretende que consigamos alavancar algo em torno de R$ 30 mil e no estado, quiçá, R$100 mil, porque a nossa é uma campanha de militância, pobre… mas ainda assim, escolhemos a música.

8 – Qual a diferença entre a última eleição e a de 2010, notadamente em Jaraguá do Sul? Ou não há o ponto questionado?

Airton Sudbrack – Acho que Jaraguá do sul está experimentando um divisor de águas, se libertando. Já tivemos a oportunidade apresentar manifestações nesse sentido em textos de que, de uma vez por todas Jaraguá se liberte do voto imposto pelo patrão, de manipulação de votos. Acredito que vá ser uma eleição diferente, onde vai pesar a ficha limpa do candidato, onde vai pesar a sua vida pregressa, o seu comportamento em relação aos demais seres humanos, não sendo um déspota, não sendo um autoritário, sendo uma pessoa que saiba impor suas verdades através de uma forma dialógica, construindo, sabendo aceitar a diversidade como estamos fazendo nesta entrevista, neste momento. Esse será o grande diferencial e o povo de Jaraguá do Sul e região tem tudo para fazer ótimas escolhas!

Carlos Dias – Eu acredito que a questão da ficha limpa vai pesar bastante. Será a eleição de poder provar para as pessoas que ele é um candidato ficha limpa. No entanto, precisamos deixar muito claro que a vida particular das pessoas compete apenas à ela, à sua família. Agora sua postura como pessoa pública, o que você fez como político, ou como secretário de governo como eu fui, como o Jean foi, como a vida do Airton enquanto militante político e advogado defensor dos trabalhadores, isso é que será avaliado pelo eleitor. Quem luta contra a ficha limpa, tem um passado político de conchavos e a população não quer mais isso, tudo está muito claro para o eleitor. As pessoas querem quem os represente e bem.

Jean Leuprecht – Participo de eleições desde o ano de 2000 e penso também que a eleição que se aproxima será um divisor de águas também pela legislação, muito mais austera e isso é importante. Acho que a ficha limpa foi um passo importante, porque possibilita que seja apresentado à sociedade um candidato com um passado transparente, uma história de vida pública positiva e é isso que nós também queremos, eleitores que somos. O prazo de campanha, legalidade, eu creio que serão diferenciais para 2010. O eleitor vai votar no candidato com quem se identificar. O eleitor que quer um país melhor, quer conquistas, vai escolher o candidato que tem propostas.

Quero agradecer aos candidatos que se dispuseram ficar comigo por mais de uma hora, possibilitando a troca de informações e oportunizando aos leitores conhecer um pouco mais de cada proposta. Pedir desculpas pela demora, jutificada porque nosso espaço foi sacaneado. Não posso dar maior exemplo de democracia e participação da vida comunitária de Jaraguá do Sul. Este espaço é de todos!

 

Sergio Peron

59 Comentários

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