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POR VIR OU PORVIR

A língua portuguesa é de uma dificuldade sem tamanho, complicada e com a tal reforma ortográfica que deveria ser validada em dezembro/2012 (que por sinal não está pegando), tende a piorar.

Pensei em começar a postagem assim:

“Sempre desejamos saber o que nos reserva o futuro, o que estará por vir no porvir…”

Complicar algo que se pode simplificar? Já abandonei a ideia!

O que quero dizer e de modo bem fácil, simplório, é o seguinte:

No decorrer da semana (no mais tardar na semana que vem), duas decisões judiciais devem dar uma sacudida em Sodoma&Gomorra – a nossa Jaraguá do Sul.

A primeira:

Pelo andar da carruagem, o presidente da Fundação Cultural de Jaraguá do Sul, Jorge Luís da Silva Souza – o “zeloso” – deve (finalmente) ser sentenciado naquele caso do MANDADO DE SEGURANÇA – sobre o “indevido patrocínio com dinheiro público de festerê para a posse da nova diretoria da Associação dos Servidores Públicos Municipais”. Os documentos que solicitei não existem, o ato é vedado por Lei e alguém deverá responder por isso. A tendência é de que seja encaminhado ao Ministério Público para a propositura de mais uma AÇÃO CIVIL PÚBLICA.

A segunda:

Também deverá sair a sentença que envolve o vereador reeleito José Osório de Ávila (PSD) naquele rumoroso caso do salário de uma assessora e que – supostamente – o nobre edil teria “amealhado” boa parte dos proventos laboriais da moça. A denúncia foi feita pelo eminente Promotor e Justiça Dr. Aristeu Xenofontes Lenzi, e sobejamente embasada. O caso vem se arrastando, foram ouvidas testemunhas, argumento pra cá, argumento pra lá e eticétera.

A mesma autoridade sentenciará nos dois casos!

Quem acompanha as sentenças da juíza Cândida Inês Zoellner Brugnoli – Vara da Fazenda – sabe que a caneta da magistrada não economiza tinta. Além de sentenças – que são verdadeiras aulas jurídicas – o rigor em cada decisão, se notabiliza pelo primor.

Os próximos dias prometem!

Sergio Peron

4 Comentários

  1. E os jornalistas que fazem entrevista com o atual prefeito e utilizam o pronome TU e esquecem de conjulgar os verbos

  2. Caríssima: nunca confundir jornalista com radialista. Nem sempre radialistas são jornalistas, aliás, com raras excessões, radialistas não passam de uns gajos com voz grossa, e não raro, semi-alfabetizados, que se esbaldam falando o português mais populacho possível, e ainda se achando os reis das donas-de-casa e dos anúncios de chás milagrosos para emagrecer, farinhas some-barrigas, cogumelos esquisitos e iscas para atrair incautos para financeiras com um pé na agiotagem, isso sem falar na rasgação de seda quando o assunto é variedades, novela, fofocas e artistas.

    Conjugar verbos é coisa que se tem que explicar para a maioria deles. Acho que toda empresa de comunicação que se preza precisaria atentar com muito cuidado antes de colocar alguém atrás de um microfone falando para milhares de pessoas. Enquanto voz grossa for o requisito fundamental, o resto é mero detalhe.

  3. O que tem de radialista e colunista sem a mínima formação nesssa cidade não é brincadeira. Até pra preencher bloquinho de venda de anúncio têm dificuldade. E o mais cômico: se acham!

  4. agora. foda mesmo e a forma como sa chaman uns aous outro. nobre vereador.senhor secretario.vao a merda dois analfabetos ladroes.bandidos traficante de remedios.em qualque pais civilizado.a familia teria que pagar a bala.

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