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SINSEP DENUNCIA SITUAÇÃO DE ESCOLA

Quatro salas de aula abafadas, com apenas 16 metros quadrados (o recomendado é de 1,5m² por aluno), para atender um grupo de 14 a 15 crianças de pré-escolar (são 115 crianças com idades de quatro e cinco anos, divididas em dois turnos); pátio pequeno, boa parte coberto de brita, quase nenhuma sombra; apenas um banheiro e um vaso sanitário, compartilhado por meninas e meninos; o refeitório fica na garagem; há somente um bebedouro, abastecido com água da torneira; para escovar os dentes, as crianças utilizam uma pia de alumínio que fica no pátio, em local descoberto.

Esta é a situação precária em que se encontra a extensão da Escola Municipal de Ensino Fundamental Marcos Emílio Verbinen e que foi constatada durante visita feita por diretores do Sinsep, no dia 10 de fevereiro. Também é flagrante a falta de segurança para os alunos e servidores, já que atividades de biblioteca, informática, educação física e recreação em parquinho só podem ser realizadas na escola, localizada a aproximadamente 300 metros da extensão, obrigando todos a andar pela rua, disputando espaço com carros estacionados ao logo do percurso, pois não há calçada.

A extensão funciona há quatro anos, de forma improvisada, em uma casa. Assim como as crianças, as servidoras também sofrem com o calor, o refeitório das servidoras fica ao lado do banheiro e está em péssimas condições, servindo como depósito de brinquedos e apresentando muitas goteiras. Parte da luminária está solta, vigas de sustentação do telhado estão podres, oferecendo perigo à integridade física de servidoras e alunos. Não há relógio ponto: as servidoras precisam se deslocar até a escola para registrar o ponto, enfrentando o calor, em dias de sol, e a chuva, quando há mau tempo.

O secretário da Educação, Elson Quil Cardozo, o presidente da Câmara, Arlindo Rincos e a presidente do Conselho Municipal de Educação, Sílvia Kita, já foram comunicados sobre as irregularidades. No dia 11 de fevereiro, o Sinsep teve audiência com o secretário, que reconheceu a precariedade da instituição e disse que está à procura de outro local para transferir o centro infantil. O Sindicato solicitou prioridade às medidas mais emergenciais, ou seja, construção de calçadas para as crianças e servidores se deslocarem com segurança, limpeza e melhorias no pátio, água mineral para consumo, relógio ponto dentro da extensão (enquanto o relógio não for instalado, ao menos, que o ponto seja “batido” no início e final do expediente).

Sergio Peron

3 Comentários

  1. estes merdas nao foram a portland.sim sim. porcaria quem escuta falar na radio meu deus tudo sera uma maravilha as empreiteiras e que sao ruims.tem que ser denunciados para contar outras mentiras.logo vem a quela que se acha jornalista.coitada jogou o diploma no licho mentirosos.lembram do instituto master de pesquisas.pagou levou.acorda seus ameba.kkkkkkkkkkk.peron detona estas mentiras na radio.

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