Sergio Peron

5 Comentários

  1. Peron, essa VAGABUNDALHADA DO PT e seus satélites nojentos (PCO, PSOL E OUTROS ASSECLAS) estão paratindo para o TUDO OU NADA. Estão SE LIXANDO PARA AS INSTITUIÇÕES OU A ORDEM DEMOCRÁTICA VIGENTE, já assegimentaram seus capachos no SPTF e estão mandando ver! Querem escapar às barras da justiça NEM QUE PRA ISSO TENHAM QUE DESTRUIR O PAÍS INTEIRO TENTANDO. A coisa está NOJENTA DEMAIS, e o pior é a apatia dos que se consideram “gente certa”, ou seja, os BANDIDOS CRESCEM À MEDIDA EM QUE OS HONESTOS SE OMITEM.

  2. Inicialmente Peron já vou me antecipando (antes que o boca suja venha com educadas mensagens) que não estou justificando, defendendo e argumentando a favor sobre se foi crime de responsabilidade fiscal ou não as “pedaladas fiscais”.

    Se foi crime, ela deverá ser julgada no Processo de Impeachment!

    A situação é os desdobramentos nos ritos do processo na Câmara dos Deputados que está caracterizando um GOLPE LEGISLATIVO.

    – Cunha segurou por 03 TRÊS MESES o pedido de abertura do processo de Impeachment, para chantagear o governo para apoia-lo no seu processo de cassação.
    – 03 TRÊS HORAS DEPOIS, que os deputados petistas votaram a favor pela continuidade do processo de Cunha (imagina a indignação geral se tivessem votado pelo arquivamento?), o presidente da Câmara acata o pedido de Impeachment para abertura do processo contra a presidente Dilma.
    Obs.: – Ficou claro que o gesto de Cunha é uma vingança contra Dilma/PT por não protege-lo na comissão de cassação da Câmara, tumultuou a Republica e tirou o foco sobre seus crimes.
    – Seguindo o rito do processo de Impeachment, o 1º secretário leu o pedido de abertura do processo e Cunha o parecer por ter acatado o pedido, e após houve a reunião com todos os líderes de partidos para a composição da comissão que terá 65 deputados proporcionalmente o numero de deputados por partido.
    – 24 horas depois Cunha muda as regras sem avisar os líderes de partido e abre o precedente para que uma 2ª chapa de deputados concorram para participar da comissão.
    Obs.: Todo o processo de Impeachment tem que ser realizado com VOTO NOMINAL, e na votação entre as 2 chapas foi realizado em VOTO SECRETO.

    Observação especial: O pedido de Impeachment por “pedaladas fiscais” perde todo o sentido da denuncia porque as contas orçamentarias de Dilma AINDA NÃO FORAM JULGADAS pela Câmara dos Deputados.

    Eduardo Cunha está agindo a revelia de suas vontades e anseios atropelando tudo e todos transformando a presidência da Câmara no seu feudo.

  3. E agora com o processo de Impeachment em andamento e Cunha mudando as regras do SEU PRÓPRIO processo de cassação comandando indiretamente que seus aliados da mesa diretora mudassem o relator do processo.

    E postergando os ritos dos dois processos na casa Cunha consegue uma sobrevida e deixa um clima de instabilidade institucional porque se for mantido o recesso legislativo os reinícios dos trabalhos serão somente pra fevereiro ficando um vácuo de indefinições a economia definharia ainda mais refletindo em mais insatisfação assim Dilma continuaria sangrando (lembram do quanto pior melhor) ocorrendo protestos que embasariam o voto dos congressistas para o Impeachment sendo um ato mais político do que jurídico.

  4. Então!


    Crise faz 13 estados e o DF estourarem limite de gastos com pessoal

    “A crise econômica está tendo forte impacto sobre as contas das unidades da Federação. Com a arrecadação reduzida e atrelados a acordos de reajustes salariais, 13 estados e o Distrito Federal estão estourando os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal para as despesas com o funcionalismo local (…)”

    “A situação está mais crítica em Alagoas, no Distrito Federal, em Mato Grosso, na Paraíba, em Pernambuco, no Rio Grande do Norte e no Tocantins, que ultrapassaram o limite máximo de 49% da receita corrente líquida (RCL) nos gastos com o funcionalismo público até agosto, último dado disponível. Sete estados – Amazonas, Goiás, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe – ultrapassaram o limite prudencial, 46,55% da RCL, e já sofrem algumas sanções.

    Se for levado em conta o limite de alerta (44,10%), o número de unidades da Federação com altas despesas no funcionalismo público aumenta para 21, com a inclusão do Acre, Amapá, da Bahia, do Ceará, Espírito Santo, Piauí e de São Paulo. O limite de alerta, no entanto, não implica sanções, apenas autoriza os tribunais de Contas estaduais e do DF a fazer uma advertência aos governadores.

    Os estados que ultrapassam o limite prudencial sofrem restrições à concessão de reajustes (apenas os aumentos determinados por contratos e pela Justiça são autorizados), à contratação de pessoal (exceto reposição de funcionários na saúde, na educação e na segurança), ao pagamento de horas-extras e ficam proibidos de alterar estruturas de carreiras. Quem estoura o limite máximo, além das sanções anteriores, fica proibido de contrair financiamentos, de conseguir garantias de outras unidades da Federação para linhas de crédito e de obter transferências voluntárias.

    Os números mostram a deterioração das contas estaduais nos últimos meses. Em dezembro de 2014, apenas Alagoas, a Paraíba, Sergipe e o Tocantins ultrapassavam o limite máximo. o Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Norte e Santa Catarina tinham estourado o limite prudencial. o Acre, Amapá, Amazonas, a Bahia, Goiás, Mato Grosso, o Pará, Pernambuco, o Piauí e Rio Grande do Sul estavam acima do limite de alerta. A maior alta ocorreu no Rio Grande do Norte, cujos gastos com o funcionalismo saltaram de 48,87% (acima do limite prudencial) no fim de 2014 para 54,17% (acima do limite máximo) em agosto deste ano.”


    2015 – Já acabou!

    2016 – Na PMJS, servidor: De carreira: Ano da “cara da bunda mal lavada” -Comissionado: Ano da “hemorroida inflamada” – Cortes obrigatórios contra vontade própria em maio/junho. Desespero total e transloucado na busca incessante por cargo comissionado – “Muitos se engajarão, mas poucos serão aproveitados”. servidores sem dissídio. Arrecadação baixa. Desemprego em alta. Bolha imobiliária jaraguaense em evidência. Início do fim da ilusão de Prefeitura e cidade rica, estamos no Brasil – O BRASIL NÃO É PARA AMADORES!

    2017 – “PEIDO DE ALÍVIO” dos que conseguiram se eleger. Sobrevivência financeira. Crise ainda em evidência.

    2018 – Início dos estudos para “congelamento” do triênio e percentual de reajustamento diferenciado entra ativos e aposentados do ISSEM.

    2019 – O futuro a Deus pertence.

    É isso aí!

    País corrupto e depravado é assim mesmo.

    Década de 80 de volta, só que agora com fatores e indicadores piores (política int. e ext., clima, preço das comodities, câmbio, juros, inflação, desemprego …), Jaraguá do Sul não está mais imune.

    NÃO FAÇAM DÍVIDAS, MANTENHAM A VIDA REGRADA.

    Segue o féretro!

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