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VAI ATRASAR

Sem medidas econômicas duras para o município, o caso não carece de genialidade de matemática financeira para um vaticínio sombrio:

A FOLHA DE PAGAMENTO DA PREFEITURA DE JARAGUÁ DO SUL VAI SOFRER ATRASOS!

Com um rombo de R$25.000.000,00 deixado pela administração passada e um déficit de R$ 37.000.000,00 projetado para 2017, a conta é muito simples:

– A prefeitura precisa buscar um superávit de R$5.166.666,66 mensalmente para fazer frente aos dispêndios.

Dito isso vem a choradeira:

– Ah! Mas o servidor é que não pode pagar pelos desmandos

– Ah! O servidor passou por concurso público duríssimo e merece ser “poupado”

– Ah! O servidor tem estabilidade, passou no concurso, é uma casta diferenciada, é o suprassumo da inteligência, é a última bolacha do pacote e não pode ser penalizado!!

Não vou discutir méritos para não incorrer em erros e escrever algo indevido, mas vou definir assim:

– Existem servidores exemplares, dedicados e que deveriam até ganhar mais do que recebem atualmente, mas existem pessoas que não merecem a denominação de “servidor público”.

Talvez, a palavrinha faltante nas medidas econômicas seja: temporária.

Algo assim:

“Tais medidas terão duração temporária e permanecerão até a data de 31 de dezembro de 2017, podendo sofrer alterações gradativas de conformidade com a reação da economia do país e consequente aumento na arrecadação”.

Sobre aumento nas despesas, vamos lembrar:

– A prefeitura contratou – por concurso – na administração Dieter/Jaime, o módico número de 800 servidores, sinal de que o concurso não é tão difícil assim.

– Recomendei dezenas de vezes ao prefeito anterior que demitisse os “teteiros comissionados” e que foram produzidos pela coligação amazônica de 10 partidos políticos, entre os quais, o PT, PP, PMDB, PCdoB e outros menos votados. Órgão inteiros funcionaram só com comissionados.

– Falei ao então prefeito – diversas vezes – sobre a crise anunciada após as eleições de 2014. Usei o termo: prever para prover. Os asseclas que o cercavam entenderam que “era palpite demais” e de quem não participava da administração.

Como acho que conheço “um pouquinho de administração pública”, voltem lá no segundo parágrafo!!

Em pouco tempo me darão razão…de novo!!

Sergio Peron

11 Comentários

  1. Por que existem inúmeras locações de imóveis para secretarias ? Usem os pavilhões do parque de eventos para diminuir essas despesas. Pra que pagar aluguel desnecessário ? O que falta é planejamento e cortes nos comissionados.

  2. Vai atrasar e quem vai sofrer vai ser a POPULAÇÃO para aprenderem a votarem nas pessoas certas e cobrarem de quem realmente é o culpado destes ROMBOS!!!!!!!!! Concordo com GREVE, e eles tem o total direito sobre todas as conquistas que durante os anos conquistaram!!!!!!!

  3. O Sr. PREFEITO E SEUS COMISSIONADOS DEVERIAM TRABALHAR COMO VOLUNTÁRIOS, ASSIM COMO MUITOS SERVIDORES FAZEM PARA O POVO NAS APP’s E CONSELHOS ESCOLARES.
    VAI DAR PARA ECONOMIZAR MUITTTOOOO COM SEU SALÁRIOS GORDOS.

  4. Peron, bom dia. O que diz a lei? Sobre corte comicionado? Demissão de concursados? Deve ter alguma punição ao dieter que tanta m…..fez

  5. Pagamento a imprensa irá atrasar?Corta as publicidades,mídias em geral,ass irá economizar uma boa grana.

  6. Pq até agora só se fala em cortar algo do salário dos servidores e não dos comissionados ou dando o exemplo o do Sr. prefeito?

  7. Então!
    Tudo acontecendo de acordo com o vaticinado, como tenho afirmado ao longo destes últimos 10 anos.
    A PMJS não se sustentaria naquilo que de denominei como “Patifaria Administrativa Pública dos Privilégios Remunerativos” – Riam, gozavam e ironizavam das minhas afirmativas; sempre destacando que o Brasil dentro em breve entraria em grave crise política-econômica-institucional – Que Pré-Sal, Olimpíadas e Copa do Mundo redundariam num fracasso sem precendentes na História nacional – O QUE SE COMPROVOU!
    O que mais se ouvia como resposta era: “A PMJS É RICA, ARRECADA MUITO” – No momento atual: É?
    Vejamos:
    1 – O regime instituído de Triênio 6 + 3 = 9% mais o dissídio do ano, pressionaria a folha de pagamento, inviabilizando o regime instituído dentro de poucos, que com a crise foi antecipado.
    2 – As famigeradas FUNÇÕES GRATIFICADAS, conferidas ao longo das gestões, alcançando o valor em 2016 de: 1.850,00 p/ Supervisor, 1.750,00 p/ Assistente e 1.650,00 p/Encarregado, – Outorgadas a servidores para executar serviços que a própria titularização do concurso público obriga-o a realiza-lo – Felizmente, a crise econômica estabelecida obrigou a Administração Dieter, no seu derradeiro administrativo, a corrigir a falta de compostura administrativa e as injustiças impostas, ‘cortanto’ em 50% o valor atribuído.
    3 – Das HORAS-EXTRAS concedidas “a bel-prazer”, com ápice na gestão Cecília Konell, como forma de complementação remunerativa, principalmente na Secretaria de Obras – “foi uma farra!” – Pior ainda para o Erário Público, a Cecília calculou-as apenas em cima do básico, não levando em conta o triênio, através do Sindicato entraram na Justiça e ganharam a Ação – Lamentável é saber que muitos de fato não faziam as ditas horas-extras, infelizmente agora beira quase ao impossível do MPSC conferir suas realizações. Basta solicitar a grade da Época e observar o número desproporcional de servidores horas-extras realizadas. Donde originou o jargão, parodiando o Faustão – “Se vira nos 40” – Lamentável!
    4 – Das COMISSÕES ESPECIAIS instituídas em grande número, gestão Dieter, objetivando apenas auferir complementação remunerativa, mormente composta de 03 servidores, o presidente ganhando 7 UPM e os outros dois 3,5 UPM. Outro “derrame” absurdo no “cofre” público – TINHA SERVIDOR QUE TINHA FG + 3 COMISSÕES ESPECIAIS SOMANDO DE ACRÉSCIMO REMUNERATIVO UNS 3.000,00 – Tenho como comprovar. Por questões de respeito e ética não apontarei os servidores, somente em caso de “força maior” diante de uma situação jurídica. Fácil! Simples!
    NÃO HAVIA A MENOR INFATISAÇÃO.
    Em tempo, quanto ao Sindicato:
    ” Por causa desta renda compulsória e garantida, criada pelo estado, os sindicatos foram completamente desvirtuados: de representantes dos trabalhadores, se transformaram em caçadores da renda destes mesmos trabalhadores.
    Na prática, são meros parasitas do dinheiro público. Criar um sindicato, hoje, é uma maneira legal de se enriquecer à custa dos mesmos trabalhadores que esses sindicalistas dizem defender.
    Obviamente, não deveria ser assim. A questão é simples: o trabalhador não pode ter descontos em seu salário se ele não apóia a luta daquele sindicato. Mais: ele não pode ter descontos em seu salário se ele nem mesmo apóia a própria existência daquele sindicato.
    Por isso, o certo seria o empregado assinar uma declaração manifestando se deseja ou não contribuir para o seu sindicato, podendo, é claro, reconsiderar sua decisão posteriormente.
    O ordenamento jurídico brasileiro atual contraria a Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho, que prevê liberdade de escolher e contribuir para o sindicato que o trabalhador preferir. O fim do imposto sindical e o estabelecimento de doações voluntárias dos empregados aos sindicatos gerariam a necessidade de sindicalistas apresentarem um trabalho de fato representativo, a fim de justificar doações e conquistar mais filiados.
    Trata-se de algo tão óbvio que nem sequer deveria ser mencionado: sindicatos e as centrais sindicais devem viver do dinheiro pago voluntariamente por seus associados, e não dos repasses compulsórios dos trabalhadores que não são filiados.
    Conclusão
    Na prática, o comportamento dos sindicatos de hoje em nada se distingue do das máfias clássicas, com a diferença de que os sindicatos atuam com o apoio do governo. Cobram uma “contribuição compulsória” de todos os trabalhadores e visam apenas ao interesse de sua própria hierarquia.
    Uma verdadeira defesa aos interesses dos trabalhadores está no fim da contribuição sindical, uma imposição legislativa que beneficia sindicalistas que não representam ninguém e prejudicam, principalmente, os trabalhadores mais pobres.
    Se isso acontecer, veremos quão realmente demandados são os serviços sindicais. Enquanto isso não ocorre, continuamos com a dicotomia ‘sindicalismo rico, trabalhador desesperado’.
    Leandro Roque – Editor e tradutor do site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.
    Como sempre termino a explanação:
    MATEMÁTICA É CIÊNCIA EXATA.
    O BRASIL NÃO É PARA AMADORES.
    A FESTA ACABOU. A RESSACA PASSOU. A CONTA CHEHOU.
    SABEDORIA É PRUDÊNCIA.
    FELIZ O HOMEM CUJO DEUS É JESUS.
    Os “cortes” são de caráter obrigatório, se não acontecer agora, certamente, terão que serem efetivados ainda mais abrangente dentro de 3 anos.
    NÃO FAÇAM DÍVIDAS. MANTENHAM A VIDA REGRADA.
    Segue o féretro!

  8. Complementando!
    A questão não é tão simples.
    Vejamos:
    A PMJS tem até onde contei, seguramente 3.965 servidores concursados, com as aposentadorias e demais servidores advindos, chamados de concursos públicos “em aberto”, deve ter algo próximo de 4.000 servidores concursados.
    Pela Lei Complementar 186/2016 estão previstos 225 cargos comissionados, destes 225, o Antídio, óbvio, não preencheu totalmente, creio que apenas uns 70 cargos foram preenchidos, diga-se, alguns com servidores de carreira, para este caso específico não sei precisar o número.
    MA VEZ ADQUIRIDO A ESTABILIDADE APÓS ESTÁGIO PROBATÓRIO, NÃO SE PODE DEMITIR SERVIDOS PÚBLICO, SALVO NOS CASOS PREVISTOS NA CONSTITUIÇÃO PÁTRIA, EMBORA, SALVO ALGUNS CASOS, O SERVIDOR REVERTE VIA JUSTIÇA A SITUAÇÃO E VOLTA A OCUPAR O CARGO DE VOLTA, FATO QUE NÃO É RARO, NA PMJS EXISTEM CASOS.
    ENFIM, A QUESTÃO CRUCIAL É:
    – QUE ADMINISTRAÇÕES IRRESPONSÁVEIS COM O GERENCIAMENTO COM A FOLHA DE PAGAMENTO, DESDE O IRINEU PASSOLD, DEPOIS MOACIR BERTOLDI, CECÍLIA KONELL E DIETER JANSSEN – “INCHARAM” O QUADRO DE SERViDORES DE CARREIRA – FIZERAM CONCURSOS PÚBLICOS MUITO PRÓXIMOS UM DO OUTRO – ISSO FOI FATAL!
    Bastaria apenas uma crise na arrecadação para os efeitos serem sentidos, na época esplendorosa, como típico de país “famigerado”, quem falasse ou projetasse crise era ridicularizado ou execrado – “Profeta do Apocalipse”.
    NÃO FIZERAM NENHUM ESTUDO DE IMPACTO NA FOLHA DE PAGAMENTO EM RELAÇÃO A UMA POSSÍVEL QUEDA NA ARRECADAÇÃO
    Muito pelo contrário, foram na contra mão, criaram fundações inúteis e inócuas – CULTURA, ESPORTE, IPPLAN e FUJAMA.
    Para exemplificar:
    Só de Arquitetos e Eng. Civis a PMJS tem uns 40, se somarmos as outras categorias (químico, eletricista, florestal, …) chegaremos a uns 60 – Para não ser polêmico, não abordarei se está demais ou de menos – Cada leitor faça sua análise.
    Toda “massa” de servidores concursados, consome a cada 4 semanas, ou seja, a Municipalidade tem que ter em caixa, uns 12.000.000,00, mais repasses patronais, eu diria, no baixo uns 14.000.000,00, se levarmos em cota os comissionados, mais ACTs, estagiários, etc… seguramente uns 16.000.000,00.
    Quem foi atencioso. teve a mente aguçada e perceptiva quanto ao ponto das condições futuras, se precaveu, antecipando-se aos fatos ou seja, disciplinou-se, compreendendo seus gastos ao salário ‘normal” sem as vantagens.
    Outra análise primordial e urgente ser executada é saber como estará a situação econômica do município nos próximos 3 anos?
    Jaraguá do Sul está em fase de retração econômica e acelerada, basta constatar sua “Bolha Imobiliária” se não vier no min. de 2 a 3 indústrias de médio a grande porte dentro de 3 anos, a situação se complicará muito.
    Ainda temos o ISSEM, outra questão que deve ser debatida até a exaustão, que está passando despercebido, muito breve deverá vir a “tona” – O ISSEM, O ISSEM, O ISSEM
    A Prefeitos “oportunistas”. Sindicato “conivente”. Servidores “omissos” – chegamos ao quadro atual.
    Digo e reafirmo:
    OS CORTES SÃO DE CARÁTER OBRIGATÓRIOS.
    É isso aí!
    Segue o féretro!

  9. Se é temporário, que o senhor prefeito dê o exemplo e comece os cortes de cima para baixo… Simples assim..

  10. Contrataram mais do que poderiam pagar. Gastaram mais do que arrecadaram.Faltou gestão ao governo DIETER. Como fica a LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL, PERON? Vc acha mesmo justo, que nós, servidores, devemos assumir essa responsabilidade? Por que o povo colocou o MESMO GRUPO no poder novamente? VC ACREDITA MESMO NO LUNELLI? COM OS MESMO COMISSIONADOS E MESMOS PARTIDOS DO DIETER? Fala sério, Sérgio. Vc é um cara inteligente, me desaponta o ver defendendo empresário de índole duvidosa, de um partido que está quebrando o país e defecando sobre o serviço público. Garanto que vc sabe o porque de terem contratado 800 servidores em 4 anos. Usaram a máxima de empresários aqui da cidade: Manda um velho embora e contrata um novo, pra gente moldar… só que no setor público tem o que o boçal chama de câncer: estabilidade. O pessoal que assumiu sabia da situação (Possamai ainda está lá)E agora? Cortam nossos direitos? Ou poe o antigo gestor na cadeia??? E agora, Peron?

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